terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Vinte formas de (tentar) enriquecer:
1- Se inscreva no BBB e caso entre seja o mais idiota possivel, com certeza vão te chamar para fazer alguma coisa com o papel de idiota depois, você já vai ser craque mesmo!
2- Case com um Rico e velho, sofra um acidente de carro junto dele. Sobreviva e torça para que ele não!
3- Seja bonita, magra, alta, tenha estilo e "carão". Você vai ter sorte ae encontrar algum agenciador na padaria
4- Trabalhe para o Tesouro Nacional e desvie o que você puder
5- Trabalhe para qualquer orgão federal, no setor de finanças, desvie a grana e seja feliz!
6- Perca um dedo e vire o próximo presidente!
7- Faça turismo na faculdade, quando for guia de um gringo rico vire amante dele (não dá para enriquecer, mas subir o nivel você consegue)
8- O rock esta voltando à moda, monte uma banda
9- Vire traficante de crack
10- Ou de maconha
11- LSD?
12- Vire um mafioso, nos EUA está cheio
13- Ou quem sabe você pode ir para lá, trabalhar como manicure e depois ir para Las Vegas, talvez você tenha sorte!
14- Vire atriz ou ator da malhação, depois você vai para a novela das 7 e por fim alcança o horário nobre!
15- Faça um concurso público que te pague bem, passe e garanta uma aposentadoria gorducha
16- Jogue futebol
17- Se você tiver bundão e peitão, as mulheres frutas estão esquecidinhas aproveita e inventa alguma coisa nova!
18 - Minha criatividade esta acabando
19- Lave dinheiro do bicho, minha ex professora de geografia me ensinou uns esquemas bem legais (quem quiser dicas avisa!)
20- Ou se preferir faça que nem ela, tenha váaarios investimentos na bolsa (mas pelo que parece, esse não tem dado muito resultado, pelo menos para ela!)
o Bola
Tinha dez anos quando eu conheci o bola, como o apelido já diz ele era o Bola né? Gorducho que só ele, os anos foram passando e a adolescencia chegando. Cada vez mais o bola foi ficando horroroso: gordo, chato, complexado e com muiiitas espinhas.
Chegava a ser engraçado quando eramos jovens e iamos aos lugares strondar e pegar a meninas, nenhuma ficava com o bola. Ele só conseguia alguma coisa quando arrumava ou uma gorda que nem ele ou uma mina muito bêbada. Até que um dia o bola apareceu na rua com uma menina bonitona e disse que era a namorada dele! Naquele dia ele ficou conhecido no bairro todo, virou até mito: ninguém aceditava num cara tão estranho com uma garota tão linda que nem ela! Foi então que a menina descobriu que estavam falando que ela e o “bolinha” estavam namorando, ela achou um absurdo e desmentiu tudo... contou que eles eram só amigos e que estavam andando juntos porque o pai da menina não a deixava ir na rua sozinha. O bairro todo pentelhou e perceguiu o bola, só por causa de uma mentirinha.
Acabou que o bola se mudou!
Por esses dias eu estava no meu Yrkut, um site de relacionamentos bem legal até, quando um novo pedido de amizade apareceu no meu profile. Era um cara loiro, de aparelho, olhos azuis, forte e bronzeado. Não entendi nada, nem o nome eu estava me lembrando “da onde eu conheço esse Claudio?”. Não mandei recado, não aceitei, apenas ignorei... depois de alguns dias o tal do Claudio estava como visitante recente do meu perfil, então pensei “só pode ser perseguição! Quem é esse cara?” foi quando eu decidi ir no Yrkut dele e descobri, sabe quem era? O BOLA!
Na hora eu pensei “como esse cara ficou bonito? Não pode ser!”, mas era! Era sim, com toda a certeza era aquele cara horrivel que eu e outros garotos da rua tanto pentelhamos na adolescencia. E ele sem duvida estava mil vezes melhor do que qualquer um de nós. Aceitei ele e mandei um recado. Logo o bola estaria de volta ao nosso grupo, a diferença é que agora ele iria pegar mais mulheres do que o resto do grupo.
Não deu em outra, duas semanas depois de ter adicionado ele, saimos todos juntos como há alguns anos não faziamos. Mas ao contrário do que imaginavamos o bola não pegava ninguém. Sentamos para conversar com ele e o diagnóstico foi tomado: o Bola era uma mala! Ele não sabia conversar sobre nada, se achava sempre o centro das atenções e não fazia a minima força para ser um pouco simpático. Assim como quando eramos crianças ele permanecia chato! Foi então que eu percebi como eu tenho sorte por ser um cara legal.
Afinal, beleza não põe mesa e muito menos é sinônimo de legalidade. O bola que me desculpe, mas prefiro um amigo gordinho e legal a um forte, estilo modelete e sem neurônios!
(história inventada!)
Chegava a ser engraçado quando eramos jovens e iamos aos lugares strondar e pegar a meninas, nenhuma ficava com o bola. Ele só conseguia alguma coisa quando arrumava ou uma gorda que nem ele ou uma mina muito bêbada. Até que um dia o bola apareceu na rua com uma menina bonitona e disse que era a namorada dele! Naquele dia ele ficou conhecido no bairro todo, virou até mito: ninguém aceditava num cara tão estranho com uma garota tão linda que nem ela! Foi então que a menina descobriu que estavam falando que ela e o “bolinha” estavam namorando, ela achou um absurdo e desmentiu tudo... contou que eles eram só amigos e que estavam andando juntos porque o pai da menina não a deixava ir na rua sozinha. O bairro todo pentelhou e perceguiu o bola, só por causa de uma mentirinha.
Acabou que o bola se mudou!
Por esses dias eu estava no meu Yrkut, um site de relacionamentos bem legal até, quando um novo pedido de amizade apareceu no meu profile. Era um cara loiro, de aparelho, olhos azuis, forte e bronzeado. Não entendi nada, nem o nome eu estava me lembrando “da onde eu conheço esse Claudio?”. Não mandei recado, não aceitei, apenas ignorei... depois de alguns dias o tal do Claudio estava como visitante recente do meu perfil, então pensei “só pode ser perseguição! Quem é esse cara?” foi quando eu decidi ir no Yrkut dele e descobri, sabe quem era? O BOLA!
Na hora eu pensei “como esse cara ficou bonito? Não pode ser!”, mas era! Era sim, com toda a certeza era aquele cara horrivel que eu e outros garotos da rua tanto pentelhamos na adolescencia. E ele sem duvida estava mil vezes melhor do que qualquer um de nós. Aceitei ele e mandei um recado. Logo o bola estaria de volta ao nosso grupo, a diferença é que agora ele iria pegar mais mulheres do que o resto do grupo.
Não deu em outra, duas semanas depois de ter adicionado ele, saimos todos juntos como há alguns anos não faziamos. Mas ao contrário do que imaginavamos o bola não pegava ninguém. Sentamos para conversar com ele e o diagnóstico foi tomado: o Bola era uma mala! Ele não sabia conversar sobre nada, se achava sempre o centro das atenções e não fazia a minima força para ser um pouco simpático. Assim como quando eramos crianças ele permanecia chato! Foi então que eu percebi como eu tenho sorte por ser um cara legal.
Afinal, beleza não põe mesa e muito menos é sinônimo de legalidade. O bola que me desculpe, mas prefiro um amigo gordinho e legal a um forte, estilo modelete e sem neurônios!
(história inventada!)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
.
Um dia sonhei que eu era rastafari, tinha dreads, tocava uma viola, surfava, não tinha metade do meu guarda roupa e mesmo assim era muito feliz.
Foi então que pela primeira vez parei, de verdade, para refletir sobre o que é ser feliz.
Ser feliz é sorrir com os olhos, com os ouvidos e até mesmo com a boca
E quando você tenta saber o porque desse sorriso, não se lembra.
Ser feliz e querer sempre se sentir amado e amar igualmente quem esta à sua volta.
Mesmo que tudo pareça que vai dar errado, quem é feliz nem liga!
Simplesmente continua caminhando e agindo como se tudo fosse perfeito.
Ser feliz é viver sem medo, amar sem medo e não ter medo de sentir medo.
Acho ainda que ser feliz é ter amigos, ter alguém que te apoie.
Ser feliz é apenas... ser feliz e nada mais!
Entende? Não importa que seja na pele de uma rasta, de uma funkeira, ou de mim mesma... o que importa é que eu seja feliz, isso basta!
(isso tava escrito aqui já tem um tempinho... e só agora que eu vi! haha )
Foi então que pela primeira vez parei, de verdade, para refletir sobre o que é ser feliz.
Ser feliz é sorrir com os olhos, com os ouvidos e até mesmo com a boca
E quando você tenta saber o porque desse sorriso, não se lembra.
Ser feliz e querer sempre se sentir amado e amar igualmente quem esta à sua volta.
Mesmo que tudo pareça que vai dar errado, quem é feliz nem liga!
Simplesmente continua caminhando e agindo como se tudo fosse perfeito.
Ser feliz é viver sem medo, amar sem medo e não ter medo de sentir medo.
Acho ainda que ser feliz é ter amigos, ter alguém que te apoie.
Ser feliz é apenas... ser feliz e nada mais!
Entende? Não importa que seja na pele de uma rasta, de uma funkeira, ou de mim mesma... o que importa é que eu seja feliz, isso basta!
(isso tava escrito aqui já tem um tempinho... e só agora que eu vi! haha )
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Ano novo, vida velha!
Entra ano, sai ano e é sempre aquela mesma história de que "ano novo, vida nova!". Na realidade a quem nós queremos enganar?
Será que não sabemos que não é o ano ter acabado que os problemas irão sumir, que eles vão ficar mais fáceis de encarar, ou até mesmo que VOCÊ vai saber agir e vai, de fato, agir diferentemente de cinco minutos atrás, no ano velho?!
Essa esperança toda não me deixa contente, e hoje cheguei a conclusão (pelo menos por enquanto) de que já sei da onde vem essa coisa que me deixa tão para baixo em todos esses meus 17 finais de ano.
Sabe o que é?
É saber que por mais que tudo conspire para que aja mudanças na vida de cada um, eu sei que não vai ser o ano virar que eu vou mudar ou amadurecer. Eu tenho consciência de que no dia 1º de janeiro eu vou ser tão eu quanto eu fui no dia 31 de dezembro, que eu vou ser capaz de fazer as mesmas besteiras de como eu fiz a um tempinho atrás...
Sei que não vou conseguir fazer a minha dieta, nem ser mais compreensiva com as pessoas ou então, me manter focada o ano todo para fazer o que quer que seja, se eu não mudar!
Eu, e não o ano ou a minha vida, apenas eu!
Será que não sabemos que não é o ano ter acabado que os problemas irão sumir, que eles vão ficar mais fáceis de encarar, ou até mesmo que VOCÊ vai saber agir e vai, de fato, agir diferentemente de cinco minutos atrás, no ano velho?!
Essa esperança toda não me deixa contente, e hoje cheguei a conclusão (pelo menos por enquanto) de que já sei da onde vem essa coisa que me deixa tão para baixo em todos esses meus 17 finais de ano.
Sabe o que é?
É saber que por mais que tudo conspire para que aja mudanças na vida de cada um, eu sei que não vai ser o ano virar que eu vou mudar ou amadurecer. Eu tenho consciência de que no dia 1º de janeiro eu vou ser tão eu quanto eu fui no dia 31 de dezembro, que eu vou ser capaz de fazer as mesmas besteiras de como eu fiz a um tempinho atrás...
Sei que não vou conseguir fazer a minha dieta, nem ser mais compreensiva com as pessoas ou então, me manter focada o ano todo para fazer o que quer que seja, se eu não mudar!
Eu, e não o ano ou a minha vida, apenas eu!
sábado, 24 de outubro de 2009
Sem nome, ainda!
Há muito tempo em um reino muito, muito distante havia uma princesinha que vivia a sonhar acordada.
Ela morava num castelo muito do cafona, tão cafona que a maioria dos castelos da redondeza eram melhores do que o da Vossa Alteza. Mas, mesmo sendo cafona o castelo era o seu lar e ela adorava tudo que ali existia. No castelo, além da princesa ainda tinha o resto da familia real, que por sinal aparentava ser uma das familias mais feliz do reino. Apesar de toda a diferença entre os membros da familia eles coexistiam em perfeita harmonia. Lordes, príncipes e Reis viviam e se tratavam de modo a imaginar que não havia hierarquia.
Um certo dia o Rei sumiu; haviam boatos cercando a realeza. "Atentado?", "Vingança?", "Está doente ou morreu?", entre muitos outros o comentário que estava mais presente era que o Rei tinha cansado da familia feliz (e hipócrita) e havia caido nos braços de alguma libertina. Os pudores e o respeito, no reino, agora pareciam uma doce lembrança de uma época remota. Ao invés da felicidade nos corredores do castelo o que se via era o rancor, a tristeza e a inveja que muitos sentiam das únicas pessoas felizes que residiam naquele local; a princesa e seus pais.
Pouco tempo depois a familia real parecia estar em guerra. Os membros da Alteza já não conversavam direito, não ficavam felizes com a felicidade aheia e muito menos preocupados quando ontrém aparecia a chorar. Passaram a ficar na defensiva vinte e quatro horas por dia.
Passado alguns meses a situação só piorou, até que o pai da princesa decidiu se mudar do reino, abdicou ao seu posto real, à toda a sua riqueza e também à companhia de sua mãe, irmãos e sobrinhos. Só o que lhe importava era o bem-estar de sua esposa e de sua filha. E então o príncipe, que já não era mais príncipe e sim camponês pegou um pouco de suas economias, roupas e comida e partiu com a sua familia.
Apesar de não possuírem um décimo da riqueza de antes os camponeses estavam descobrindo que o que importava era ter felicidade e amor no coração, que aos poucos tudo iria se acertar. A princesa foi matriculada num colégiozinho da região onde sua mãe arrumou um emprego para dar aula, e seu pai foi buscar algum serviço também. Logo tudo se acertou! A princesa estudava, sua mãe dava aulas e seu pai tinha aproveitado sua experiência com lutas e arrumou um emprego na Guarda Real de um reino vizinho.
O tempo foi passando e a mãe da princesa resolveu ter mais um filho. Os pais conversaram, discutiram e brigaram durante dias. Enquanto a mãe amadurecia e mudava pela familia, o pai se manteve estagnado e cada dia mais pensando apenas nele. Desse modo foi se formando uma distância entre os dois, o que fazia as opiniões não baterem mais. Mesmo assim a mãe decidiu que teria um filho, fosse para satisfazer o seu desejo ou para segurar o seu casamento.
A gravidez não foi nada fácil, foi marcada de idas e vindas, brigas e muitas lágrimas. Se passaram os nove meses e em janeiro de 1801 nasceu a pequena Victória, e a mãe estava certíssima com relação ao seu casamento. Em alguns momentos os quatro até pareciam aquela harmonioza familia de alguns anos atrás. As brigas cessaram, o pai voltou a olhar mais para a casa e a princesinha... aaah, a princesinha se derretia toda quando olhava para a sua bonequinha Victória!
(continua...)
Ela morava num castelo muito do cafona, tão cafona que a maioria dos castelos da redondeza eram melhores do que o da Vossa Alteza. Mas, mesmo sendo cafona o castelo era o seu lar e ela adorava tudo que ali existia. No castelo, além da princesa ainda tinha o resto da familia real, que por sinal aparentava ser uma das familias mais feliz do reino. Apesar de toda a diferença entre os membros da familia eles coexistiam em perfeita harmonia. Lordes, príncipes e Reis viviam e se tratavam de modo a imaginar que não havia hierarquia.
Um certo dia o Rei sumiu; haviam boatos cercando a realeza. "Atentado?", "Vingança?", "Está doente ou morreu?", entre muitos outros o comentário que estava mais presente era que o Rei tinha cansado da familia feliz (e hipócrita) e havia caido nos braços de alguma libertina. Os pudores e o respeito, no reino, agora pareciam uma doce lembrança de uma época remota. Ao invés da felicidade nos corredores do castelo o que se via era o rancor, a tristeza e a inveja que muitos sentiam das únicas pessoas felizes que residiam naquele local; a princesa e seus pais.
Pouco tempo depois a familia real parecia estar em guerra. Os membros da Alteza já não conversavam direito, não ficavam felizes com a felicidade aheia e muito menos preocupados quando ontrém aparecia a chorar. Passaram a ficar na defensiva vinte e quatro horas por dia.
Passado alguns meses a situação só piorou, até que o pai da princesa decidiu se mudar do reino, abdicou ao seu posto real, à toda a sua riqueza e também à companhia de sua mãe, irmãos e sobrinhos. Só o que lhe importava era o bem-estar de sua esposa e de sua filha. E então o príncipe, que já não era mais príncipe e sim camponês pegou um pouco de suas economias, roupas e comida e partiu com a sua familia.
Apesar de não possuírem um décimo da riqueza de antes os camponeses estavam descobrindo que o que importava era ter felicidade e amor no coração, que aos poucos tudo iria se acertar. A princesa foi matriculada num colégiozinho da região onde sua mãe arrumou um emprego para dar aula, e seu pai foi buscar algum serviço também. Logo tudo se acertou! A princesa estudava, sua mãe dava aulas e seu pai tinha aproveitado sua experiência com lutas e arrumou um emprego na Guarda Real de um reino vizinho.
O tempo foi passando e a mãe da princesa resolveu ter mais um filho. Os pais conversaram, discutiram e brigaram durante dias. Enquanto a mãe amadurecia e mudava pela familia, o pai se manteve estagnado e cada dia mais pensando apenas nele. Desse modo foi se formando uma distância entre os dois, o que fazia as opiniões não baterem mais. Mesmo assim a mãe decidiu que teria um filho, fosse para satisfazer o seu desejo ou para segurar o seu casamento.
A gravidez não foi nada fácil, foi marcada de idas e vindas, brigas e muitas lágrimas. Se passaram os nove meses e em janeiro de 1801 nasceu a pequena Victória, e a mãe estava certíssima com relação ao seu casamento. Em alguns momentos os quatro até pareciam aquela harmonioza familia de alguns anos atrás. As brigas cessaram, o pai voltou a olhar mais para a casa e a princesinha... aaah, a princesinha se derretia toda quando olhava para a sua bonequinha Victória!
(continua...)
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